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OBJETIVO Divulgar as histórias do livro que escrevi sobre pessoas que se conheceram virtualmente, que encontraram-se ou não, mas que tiveram um envolvimento virtual. Também publico textos de outros autores, sempre citando a fonte, fatos curiosos que acontecem no mundo virtual, mas o objetivo principal deste blog é ser lido pelo maior número possível de internautas. Se você teve ou tem um envolvimento assim e quer vê-lo publicado, entre em contato por e-mail.
 
Traidores online: eles são casados e buscam amantes pela internetHomens e mulheres usam sites especializados para engatar casos com desconhecidos, sem deixar marcas de batom no colarinho. Não foi uma atração incontrolável nem fruto de uma bebedeira. Não foi com um colega de trabalho nem com um velho amigo. Diferente dos clichês de infidelidade, Ana planejou trair seu marido mesmo antes de conhecer um amante. O objetivo era sair da rotina e sentir novamente o frio na barriga que o casamento de sete anos não provocava mais. Em vez de paquerar em um bar ou balada, ela buscou a coragem que precisava na internet. E sem revelar a identidade ou o rosto, fez um perfil em um site voltado para infidelidade, onde dizia: “sou romântica”. Mesmo sem mencionar sexo entre suas intenções, Ana, que tem 37 anos, foi rapidamente acionada por um pretendente. Algumas mensagens e um jantar separavam o mundo virtual de um caso real com um homem nove anos mais velho que ela e também casado. “Nunca tinha traído, tenho muita preocupação com minha imagem”, conta. Eles se encontram pelo menos uma vez a cada 15 dias e moram em cidades diferentes, a 100km de distância. Para manter a proximidade e eliminar rastros, conversam diariamente pela internet e pelo site: sem salvar históricos nem usar sobrenomes. “Ele tem o mesmo receio que eu quanto ao casamento, me sinto mais protegida assim”, explica.
A busca de amantes ou casos pela internet não é uma ideia nova, mas está ganhando formas mais elaboradas. Como Ana, internautas casados estão descobrindo sites específicos para traição, que reúnem pessoas comprometidas em busca de uma relação paralela, seja uma conversa virtual ou um encontro presencial. Assim funcionam o Second Love, o The Ohhtel e o Ashley Madison. Recém-chegados ao Brasil, eles já anunciam números altos de usuários e apostam no perfil do brasileiro para o serviço, principalmente nas grandes cidades. “O Brasil é o país mais infiel da América Latina. Só em São Paulo tivemos o lançamento de maior sucesso em capitais, comparando inclusive a Londres e Nova York, com mais de 53 mil visitas nos primeiros dez dias”, avalia a diretora do Ashley Madison Brasil, Jas Kaur. O concorrente, The Ohhtel, diz já ter 260 mil usuários desde que foi lançado, em julho, sendo 67 mil deles de São Paulo. Apesar de o número de cadastrados não refletir necessariamente potenciais traidores – muitos são apenas curiosos –, ainda assim o volume é expressivo para o período.
Você acha que existe traição virtual? Conceitos são ótimos quando estão a serviço de esclarecer uma situação ou dúvida em particular. Entretanto, nem sempre eles dão conta deste esclarecimento. Muitas vezes, devido à complexidade humana, tanto de sentimentos quanto de valores, os conceitos podem ganhar interpretações absolutamente particulares e, daí, servirem mais para confundir e atrapalhar os envolvidos em determinada questão.
Penso que um exemplo perfeito para ilustrar o que estou falando seja a palavra ou o conceito que temos de “traição”. Segundo o dicionário, o significado do termo é bastante amplo, mas no que tange aos relacionamentos – que é o nosso contexto – encontrei que significa “deslealdade” e “infidelidade no amor”. A mim parece bem pouco esclarecedor.
O que eu entendo por deslealdade e infidelidade no amor é, certamente, (muito ou pouco, não importa) diferente do que entende a maioria das quase sete bilhões de pessoas do planeta. Sim, porque embora pareçam termos óbvios, não são! Por exemplo, uma pessoa pode achar que ter fantasias sexuais com outra não é traição, mas você pode achar que é. Você pode acreditar que manter um perfil virtual ativo mesmo já estando namorando é traição, e outra pessoa pode achar que não. São nuances do mesmo termo, entende?
Pois muito bem, vamos à questão: Existe traição virtual? E o que seria isso: Manter relações afetivas pela internet ou por telefone? Fazer sexo por meio de câmeras e chats? Amizades com muita intimidade também pode se encaixar neste conceito? Posso imaginar as mais diversas e até complementares respostas.
Ou seja, definitivamente, a melhor resposta é a sua, porque revela parte de quem você é, do que pensa, sente e faz. E é isso o que importa na sua história! Se você considera que é traição, então é traição, pelo menos para você. Até aí, um direito indiscutível seu! No entanto, o problema começa quando a pessoa que está com você tem uma opinião diferente!
Neste caso, penso que a despeito dos conceitos e seus significados, a situação pede uma conversa. Quando duas pessoas compartilham vidas, corpos e até um teto, as diferenças precisam ser diminuídas tanto quanto possível, à medida que um respeita a opinião do outro e ambos se mantêm dispostos a um consenso em nome da felicidade que desejam imprimir em sua história!
A melhor maneira de descobrir se quem é a favor de relações virtuais mesmo mantendo outra real é questionar se ela não se importaria caso seu par real fizesse o mesmo. Aliás, nenhuma prática é mais eficaz do que se colocar no lugar do outro, tentar avaliar o que ele está sentindo e como você se sentiria na mesma situação.
A impressão que tenho, infelizmente, é que quanto mais uma pessoa dá a si mesma o direito de ter atitudes duvidosas e que abrem brechas para desentendimentos, mais ela também encontra maneiras de diminuir o outro. E daí é incoerência demais para dar certo!
Resumindo, se você está se sentindo traído por uma relação virtual mantida paralelamente por quem você ama, assuma seus sentimentos e seja sincero. Fale o que pensa e respeite seus limites. Tanto quanto possível, não transforme sua mágoa em raiva, senão restarão apenas acusações que não levam a nada. Quanto mais íntegro e honesto consigo mesmo você for, mais conseguirá se dar conta do que quer, com quem quer e como quer! Este artigo foi escrito por:Dra. Rosana Braga
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Viva o seu amor virtual, mas viva-o com cautela.

TEXTOS ENCONTRADOS NA WEB Por e-mail sempre solicito autorização para publicar. Às vezes não obtenho resposta, sendo assim, se você encontrar um texto seu aqui e não quiser que eu mantenha, entre em contato que retiro.
AMORES VIRTUAIS Amores virtuais não são mais moda, não são invenções e estão aí já desde muito tempo e as pessoas estão cada vez mais mergulhadas neste mundo mas poucos admitem sentirem qualquer espécie de paixão virtual. Ao contrário do mundo real, os amores virtuais muitas vezes são mais intensos e levam à muito mais experiências interpessoais do que o comum pois, no mundo virtual, não temos medo de nos expor e de falar sobre nossas fraquesas e desejos mais íntimos. No mundo virtual podemos falar abertamente sobre aquelas fantasias sexuais mais calientes e, muitas vezes, até realiza-las virtualmente. Exite na Internet alguns grupos de pessoas que se propõe exatamente à isso, oferecendo suas fantasias sexuais virtuais e participando das fantasias sexuais virtuais de outras pessoas e/ou casais. Os benefícios de um amor virtual são imensos e o principal deles é o profundo conhecimento do parceiro pois a maior parte do tempo os parceiros estão conversando e e se conhecendo sem pudores. Como os relacionamentos virtuais geralmente são bastante intensos, geralmente os envolvidos entram de cabeça e leval a coisa realmente muito à sério. Existem casamentos que começaram no mundo virtual e se tornaram real com o passar do tempo e hoje o casal mora junto em uma cidade diferente da que moravam antes. Os perigos dos amores virtuais Como em qualquer relacionamento, real ou virtual, o principal perigo de um amor virtual é o envolvimento com um desconhecido mal intencionado. Os perigos são diversos e não faltam histórias e notícias que comprovam os malefícios de um falso relacionamento. Sim, digo falso relacionamento pois no mundo virtual há sempre muito espaço para que as pessoas criem fantasias delas próprias e acabem convencendo outras pessoas de que aquela fantasia é real. Como evitar os perigos Em primeiro lugar, um relacionamento virtual deve ser tratado como um relacionamento na vida real onde as coisas acontecem devagar e sem afobação de nenhuma das partes. Conhecer o parceiro é fundamental para que tudo dê certo. Outra dica muito interessante é não manter o relacionamento virtual totalmente em segredo, conte sobre este relacionamento para amigos e/ou parentes e deixe-os a par de tudo que possa ser relevante para a sua segurança como: contatos do seu(sua) namorado(a) virtual, como o(a) conheceu e de onde ele(a). Converse também sobre as atitudes de seu parceiro para os amigos mais íntimos pois quando estamos apaixonados, tendemos a relevar certas atitudes que podem ser bastante duvidosas para as pessoas que estão de fora e, certamente, essas pessoas terão condições de analizar friamente sem se envolver emocionalmente com a situação. O primeiro encontro real também é bastante complicado, pois envolve uma série de riscos caso você esteja prestes à cair em uma armadilha. As dicas são as mesmas de sempre como: nunca marcar o primeiro encontro em local de difícil acesso ou de pouco movimento e avisar aos amigos e parentes sobre onde está indo e com qual propósito. Se possível, levar um amigo ou casal de amigos nesse primeiro encontro.
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ENVOLVIMENTOS VIRTUAIS - HISTÓRIAS REAIS Aqui, publico as histórias que os amigos virtuais me enviam. EMOTICONS 
Oi td bem? E uma carinha amarela e sorridente apareceu dizendo que sim. Foi assim que tudo começou. Todos os dias, ao ligar o computador, lá estava ele ou, não demorava muito, aparecia. Tornou-se um hábito. Nosso horário de trabalho era o mesmo, portanto, passávamos o dia inteiro on-line no msn e, sempre que dava, trocávamos duas palavrinhas. E estas duas palavrinhas foram se multiplicando e ficando mais íntimas. No início, falávamos de trabalho, depois sobre o que gostávamos: livros, comidas, filmes, respectivos companheiros. Sim, eu tenho namorado e ele tem namorada. Eu amo meu namorado e ele ama a namorada. As conversas picantes, entremeadas de emoticons, me incomodavam no início, mas depois, relaxei e comecei a entrar no jogo. Afinal, era uma brincadeira que podia acabar a qualquer momento, sem aviso prévio, por qualquer um dos dois. Mas, não é que eu gostava? Achava divertido falar tão abertamente certas preferências, certas intimidades. Era uma brincadeira proibida em todos os sentidos: primeiro, o local de onde partiam as conversas, sempre do trabalho, depois, o fato de ambos termos um alguém de carne e osso. Como tudo que é proibido, atraía ainda mais. Imaginávamos encontros e o que faríamos. Não é que chegou o dia em que tive que fazer um trabalho numa cidade perto da dele? Como perder esta oportunidade? Ele foi ao meu encontro e vejam o que aconteceu: marcamos num café e não foi difícil reconhecê-lo, era igual a foto que exibia, mas vi um grande “rssss” estampado em seu rosto, o mesmo que ele viu no meu. Sentamos e pedimos algo e, enquanto conversávamos, lembrávamos os papinhos na internet. Confesso que fiquei meio sem graça e acho que ele também. Superado esse primeiro momento, demos boas gargalhadas, relembramos algumas coisas, falamos sobre os livros, os filmes, os amores e... não rolou nada! Sentíamos velhos amigos, amigos íntimos até demais. Deixamos a cama para um próximo encontro. Quem sabe? Rssss!
 Por que a pessoa sumiu assim, do nada? Você conhece alguém, troca mensagens com esta pessoa, falam-se ao telefone e até saem algumas vezes juntos. Tudo te leva a crer que este encontro promete um prolongamento, uma concretização, um final feliz. Empolgação, investimento, foco, alegria... E você realmente começa a acreditar que, desta vez, vai ser diferente! Porém, de repente, não mais que de repente, o ser humano desaparece! Assim mesmo, do nada, sem deixar recado ou ao menos dizer um “fui”. Você fica se perguntando o que houve, se fez algo errado, se forçou a barra, viajou na maionese ou algo neste sentido... Mas, não! Não encontra nenhum motivo que justifique atitude tão paradoxal – o tal sumiço.
Chega a se questionar sobre a possibilidade de o sujeito ter sido abduzido, ter perdido a voz ou sofrido algum tipo de amnésia, mas logo se dá conta de que tudo isso é muito, muito pouco provável. E sua mente não para de raciocinar! Você diz a si mesmo: Bem, qualquer pessoa com o mínimo de noção de educação deveria saber que se toda frase merece um ponto final ou ao menos reticências, o que dirá um relacionamento, por mais recém-nascido que seja.
E você tem razão: O fato é que são raras as vezes em que a “saída à francesa” é a melhor escolha! Portanto, é bem possível que este não seja o caso e que sua angústia diante do sumiço do outro faça sentido! No entanto, por mais que seja compreensível esse sentimento, nada justifica o prolongamento indefinido dele. Ou seja, se você estava se relacionando com alguém que, do nada, desapareceu, sugiro que tente, sim, fazer contato, verificar se está tudo bem. Mas se não obteve retorno, o melhor que tem a fazer é esquecer esta história! A simples decisão da pessoa de sumir deve servir para te mostrar que, em última instância, não faria sentido continuar investindo na relação. O que tinha de ser, já foi! E o que não foi, não era pra ser. Simples assim. E qualquer conclusão diferente desta só vai fazer você se afogar num sem-fim de perguntas para as quais não encontrará as respostas.
Portanto, seja inteligente e, sobretudo, razoável consigo mesmo. Não se maltrate e nem permita que a falta de consideração de alguém preencha seus dias com lamentos e sensação de rejeição. Cada um tem suas razões e, por mais amargo que seja admitir, talvez esta pessoa simplesmente não saiba te contar quais são as dela...
No final das contas, pode apostar que se ficou algo importante a ser dito, algum dia ela vai dar um jeito de fazê-lo. Senão, lembre-se: Para quem tem a autoestima em dia, um silêncio como este deve se transformar no mais perfeito “tchau”!
" Este artigo foi escrito por: Dra. Rosana Braga"
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